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04 de Abril de 2019 às 12h58min

Startups têm cinco mil vagas abertas no país à espera de trabalhadores


Num país que tem 13 milhões de desempregados, empresas jovens e inovadoras têm vagas de trabalho sobrando: as chamadas startups.

O ambiente costuma ser bem informal e agradável. O trabalho é quase sempre desafiador. E acredite: falta gente para trabalhar nas startups, que são as empresas que criam e vendem soluções inovadoras usando tecnologia.

Pedro Luís Milan, presidente de uma startup de recuperação de crédito, está testando pessoas e tentando aumentar a equipe há mais de dois meses.

“Nós temos quatro vagas em aberto hoje: duas para SDR, que é pré-venda, aquele que faz o desenvolvimento da venda no estágio inicial, e dois DEVs, que são dois desenvolvedores, dois programadores para o nosso time de tech”.

A Associação Brasileira de Startups calcula que são, pelo menos, cinco mil vagas abertas à espera de gente qualificada ou capaz de entender não só a linguagem, mas também as mudanças que a tecnologia trouxe para o trabalho, para o mercado, para o mundo.

Essas empresas onde quase tudo acontece no computador, em geral são pequenas, usam espaços compartilhados e estão crescendo bastante. Muitas vezes só não faturam mais porque faltam profissionais talhados para os novos negócios.

“Para trabalhar em startup a gente fala que existe o time dos sonhos, que é o hipster (o que conecta produto e usuário), o hacker (aquele que transforma ideia em programa) e o hustler (o vendedor que não desiste) ”, diz Luiza Zambrana, gerente da Associação Brasileira de Startups.

A Luiza vai resumir:

“Tem que ser sedento por conhecimento e sedento por conexões. Precisa conhecer todo o ecossistema. Hoje a gente tem diversas organizações que dão cinco, sete eventos por dia com profissionais do mercado ensinando como eles trabalham. Você precisa ter esse perfil de ir atrás da informação onde quer que ela esteja e se manter atualizado”.

Uma startup tem 70 funcionários e está precisando de mais 12. São desenvolvedores, programadores, analistas, gerente comercial, talentos que não são fáceis de achar, nem de segurar.

“Já perdemos gente para a Alemanha, para a Austrália, para Portugal e isso é normal, faz parte do jogo. A gente sabe que é assim, mas não tem jeito. Na verdade, o mercado não para, os requisitos não param de chegar, e a gente tem muito mais demanda do que a gente consegue atender”, explicou Eduardo Sardelli, diretor-executivo da startup de tecnologia da informação.

O apelo desses empresários é por melhoria na educação e maior proximidade entre as universidades e as startups. Até lá muitas empresas vão garimpando talentos para treinar.

 

(FONTE: https://g1.globo.com/jornal-nacional/noticia/2019/04/02/startups-tem-cinco-mil-vagas-abertas-no-pais-a-espera-de-trabalhadores.ghtml )



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